– Kina, essa pérola é uma coisa maligne. Vamos destruí-la antes que ela nos destrua. Vamos esmagá-la entre duas pedras. Vamos… vamos atirá-la ao mar de onde ela veio. Kino, é uma coisa maligna, é uma coisa maligna! E enquanto ela falava, a luz voltou aos olhos de Kino, e eles brilharam ferozmente, e os seus músculos retesaram-se e a sua vontade endureceu. – Não – disse. – Eu vou lutar contra essa coisa. Eu h...

Time Enough for Love, (tempo suficiente para amar) é um clássico de ficção cientifica da autoria de Robert Heinlein, publicado pela primeira vez em 1973. Nele Lazarus Long conta a sua história de mais de dois milénios. Ambos ensinávamos escola, dentro e fora de casa. Talvez os nossos miúdos tenham tido uma educação estranha… mas uma rapariga que consegue moldar uma sela confortável e vistosa a partir de uma mula morta e pouco m...

Determine na sua mente a quantia exacta de dinheiro que deseja receber. Não é suficiente dizer apenas “Quero muito dinheiro”. Seja preciso na quantia. Determine exactamente o que tenciona dar em troca do dinheiro que deseja. (A ideia de “algo a troco de nada” não existe.) Estabeleça uma data definitiva em que pretenda ter em sua posse o dinheiro que deseja. Crie um plano preciso para levar a cabo o seu desejo e comece ...

Um destes dia, numa das muitas feiras de livros com que frequentemente me cruzo (desta vez penso que nas festas de Corroios), comprei mais uns quantos livros da colecção Argonauta, da editora «Livros do Brasil». Acabei agora de ler um deles, Dorsai! Dorsai é uma obra de ficção cientifica, da autoria de Gordon R. Dickson, autor galardoado com três prémios hugo e um prémio Nébula. Donal resolveu afastar-se, pois já não valia a pena co...

As pequenas coisas dizem muito
filosofia / October 23, 2010

Os pequenos pormenores – o seu tom de voz, as palavras exactas que utiliza quando participa em eventos em tudo o resto banais – comunicam imensas coisas. Será que os pequenos detalhes, como uma ligeira mudança de expressão facil, têm importância? Os seres humanos não incham como sapo nem mudam de cor como os camaleões. As nossas reacções evidenciam-se em expressões faciais mais subtis, em tons de voz e através da ...

Uma nova forma de conhecimento
esoterismo / October 23, 2010

Com o subtitulo Uma nova forma de conhecimento sob o titulo Os ensinamentos de D.Juan, este livro da autoria de Carlos Castaneda, e que um antigo chefe meu designou, bem na minha opinião, como um livro de chuto prá carola, é considerados por muitos um livro iniciático nas mais relevantes ciências esotéricas. Nesta edição das Publicações Europa-América, na colecção Millenium/New Age, pode ler-se na contra-capa: … so...

A Lua de Joana
histórias da vida / October 23, 2010

Lisboa, 27 de Desembro de 1992 Querida Marta, Hoje de manhã, o Diogo apareceu-me cá em casa para me trazer um presente! Fiquei radiante. Nunca pensei que se lembrasse de mim. É uma caixinha de música toda branca (eu tinha-lhe falado do meu quarto) com um pássaro em cima, também branco. É lindissima! Até fiquei comovida! Agradeci-lhe e fiquei tão embasbacada que ele riu-se e disse que não era nada de especial e que só queria d...

Um, ninguém e cem mil
filosofia / October 23, 2010

Escreve à páginas tantas, Luigi Pirandello: Loucuras, forçosamente No entanto, quero falar-lhes primeiro, sucintamente, das loucuras que comecei a fazer para descobrir todos os Moscarda que vivem nos meus conhecidos mais chegados e destruí-los um a um. Loucuras, forçosamente. Porque, como nunca tinha pensado em construir um Moscarda que consistisse, a meus olhos e por minha conta, numa maneira de ser que me parecesse distinguir-se ...

Eragon
fantasia / October 23, 2010

– Deixa-me mostrar-te como é realmente voar. – Como? – perguntou. – Descontrai-te e não tenhas medo – Disse ela. A sua mente ligou-se á dele, afastando Eragon do seu corpo. Eragon Lutou por um momento, mas depois cedeu o controlo. A sua visão ficou turva e ele deu consigo a ver pelos olhos de Saphira. Tudo estava distorcido: as cores tinham estranhos e exóticos matizes; agora, os azuis eram mais ní...

O riso do Sonâmbulo
contos / October 23, 2010

A árvore genealógica O rapazinho (o futuro Grande Maggid de Mezeritch) não tinha mais de cinco anos quando a casa paterna foi incendiada. Ao escutar os gritos e as lamentações de sua mãe, ele disse-lhe: – Porque choras tanto, mãe, por uma casa destruida? – Oh! Não é pela casa destruida que me sinto desolada – responde a mãe -, mas só porque perdemos a nossa árvore genealógica no meio do fogo. Uma árvore g...

O principe Mistecioso
fantasia / October 23, 2010

Urros vitoriosos explodiam do buraco atrás dela. Harry ficou especado, enquanto as pessoas começavam a gritar ao avistá-lo. Várias mãos puxaram-no para dentro da sala. – Ganhámos! – berrava Ron, saltando para a frente e brandindo a Taça prateada na direcção de Harry. – Ganhámos! Por quatrocentos e cinquenta contra cento e quarenta! Ganhámos! Harry olhou á volta e viu Ginny a correr para ele. Tinha no rosto ...

livro como prato
leitores / October 23, 2010

«Quando ela tinha treze anos, o próprio pai levou-a à cidade para a meter num convento. Pararam num albergue do bairro Sain-Gervais, onde a ceia foi servida em pratos pintados, representado a história da menina de La Vallière. As legendas explicativas, esgarçadas aqui e ali pelos riscos feitos pelas facas glorificavam a religião, a delicadeza de sentimentos e as pompas da Corte.» A frase «a ceia foi servida em pratos pintados»...

Á chuva para a Cabana
classicos / October 23, 2010

Á pagina tantas, escreve o autor: Ele corria veloz, seguindo em direcção à cabana, não gostava da chuva. Ela avançava mais devagar, enquanto ia apanhando uma molhada de miosótis e campainhas, corria de em quando e ficava a vê-lo fugir dela. Quando chegou à cabana com as flores, ofegante, ele já tinha acendido a lareira e os ramos delgados crepitavam. Os seios pontiaguados erguiam-se e baixavam. Tinha o cabelo colado, o rosto c...

Amor Portatil
contos / October 23, 2010

Passadas duas semanas era ela: «Querido, sou eu. Deixei ficar o carregador no norte e tenho tido imenso que fazer. Não estás zangado com o bebé, pois não?» Eu não consegui dizer nada, não tinha nada para dizer, doía-me demasiado. E ela continuou. «Está tudo aqui a falar ao mesmo tempo. Posso falar mais tarde? Então até já, amor.» Nunca mais falou. Era assim que em 1999 Pedro Paixão terminava um dos seus contos. Não sei ...